quinta-feira, 30 de abril de 2009

Longe dos tempos de glória...

quarta-feira, 29 de abril de 2009

E este ano é assim:

terça-feira, 28 de abril de 2009

It's Blitz!

Este ano de 2009 está a ser fabuloso em termos musicais. É disso exemplo o novo álbum dos Yeah Yeah Yeahs, para mim, o melhor editado por esta banda.
Os YYYs, tendo já alguma carreira - cerca de 8 anos de existência - foram desde logo muito bem recebidos pela crítica, com o seu 1º álbum Fever to Tell, na qual está inserida uma das mais belas faixas pop-rock de que reza a história, "Maps".
Depois do aclamado 1º álbum chegou um 2º álbum, não tão bom quanto o 1º, mas com o qual se consolidaram como banda. Eis que em 2007 é lançado um Ep Is Is, que aguça o apetite para um novo álbum. Neste Ep está incluída "Down Boy", música com a qual me viciei durante algum tempo.
É então lançado It's Blitz, em Março deste ano , que surpreende tudo e todos. Um álbum não tão enérgico quanto os seus antecessores, bem mais intimista, sendo como que uma obra mais pessoal de Karen O. A própria capa do álbum pode ilustrar esse facto, de eles quererem partir um pouco com o passado.
Produzido por Nick Launay, responsável por produções de senhores como Nick Cave e Talking Heads, e também por Dave Sitek, guitarrista dos Tv On The Radio, que esteve presente em todos os álbuns dos YYYs, este álbum marca uma nova era no seio dos YYYs, fugindo estes um pouco do punk e voltando-se agora para um lado mais pop e dançável.

Entrando pelo álbum, este abre com a fabulosa "Zero", o 1º single extraído do álbum, tornou-se desde logo uma música viciante, com um momento explosivo a meio da faixa. Bem escolhido como single de avanço.
A seguir com "Heads Will Roll" continuamos num ambiente frenético, e um refrão que espelha bem o espírito com que foi feito este álbum: "Off with your head / Dance until you're dead".
A voz de Karen O sente-se em "Skeletons", e neste momento estamos em pleno estado Zen.
Dull Life é ao que se chama: "uma canção à Yeah Yeah Yeahs", que eles nos foram habituando, e bem, ao longo destes últimos anos, com uma sincronia perfeita da guitarra de Nick Zinner e a voz de Karen O.
Em "Runaway" somos surpreendidos com uma faixa totalmente atípica dos YYYs, na qual uma voz doce de Karen O se faz acompanhar de um piano. Bela surpresa.
Quase no final do disco, "Hysteric", o expoente máximo deste álbum. Uma música que vem rivalizar com a "Maps". A letra é mais do que bela e o final à la Tv On The Radio encerra na perfeição. Música que nos dá vontade de cantar e "dançar até estar morto".

segunda-feira, 27 de abril de 2009

domingo, 26 de abril de 2009

Barulho da Semana #34


Black Lips - 200 Million Thousand [2009]

Género: Rock/Garage/Psychedelic
Origem: E.U.A.
Parecido com: King Khan & The Shrines, 13th Floor Elevators
Faixas em destaque: Drugs, Starting Over, Short Fuse, Body Combat

myspace

crítica ao álbum

sábado, 25 de abril de 2009

quarta-feira, 22 de abril de 2009

Two Suns

Dois Lançamentos de luxo!

No dia 30 deste mês vão ser lançados 2 álbuns, que, a meu ver, irão dar uma nova vida à música portuguesa. Estou a falar de b fachada e Smix Smox Smux.


Dos Smix Smox Smux já eu falei neste blogue, quando eles estavam a começar a ser conhecidos, acerca de um concerto que eles deram em Braga no Alla Scalla. Entretanto, fui ver, no mesmo local outro concerto deles e voltei a adorar.
A irreverência deste trio é por demais evidente, e a vontade de fazer mais e melhor também.
As músicas já são imensas, e, com algumas das músicas já incluídas num Ep de apresentação, distribuído nos concertos, estou bastante curioso com o alinhamento deste 1º álbum.



Quanto ao b fachada, é parte integrante da nova vaga de cantautores nacionais, a maior parte deles saídos da editora Flor Caveira, mas, a meu ver, demarca-se bastante dos demais.
Este músico desde 2007 até à data editou 4 Eps, estando os 3 primeiros disponíveis gratuitamente no seu myspace.
Nestas pequenas amostras existe um folquelore tradicional com um pouco de tropicalismo à mistura. O próprio define a sua música como sendo um "folque(lore) muito erudito".
Este não é, propriamente, uma artista imediato. Mas à medida que vamos entrando no mundo do b fachada já não queremos sair dele.
Há amor em b fachada, como em "A Primavera", mas também há crítica social, como em "Violência Doméstica".
De "Um fim-de-semana no pónei dourado" (o álbum foi gravado nos estúdios da golden pony num fim-de-semana), o 1º longa duração do artista, já se encontra disponível no myspace um tema: "Beijinhos", uma música bastante pegajosa, com sabor a verão. Promete dar que falar.

domingo, 19 de abril de 2009

Katy Perry por uma banda Ucraniana


Los Colorados - Hot and Cold

Barulho da semana #33


Bat For Lashes - Two Suns [2009]

Género: Folk/Singer-Songwriter
Origem: Inglaterra
Parecido com: My Brightest Diamond, Marissa Nadler, Cat Power
Faixas em destaque: Glass, Moon and Moon, Daniel, Siren Song

myspace

crítica ao álbum

sábado, 18 de abril de 2009

Guano Apes no Enterro da Gata!

Lá vou eu recordar uma das bandas da minha infância...

sexta-feira, 17 de abril de 2009

Those Dancing Days

Sábado, no Theatro Circo em Braga, assim como ontem em Lisboa, vão actuar a nova coqueluche da cena indie Sueca - Those Dancing Days.
O motivo do meu post é para criticar o preço do bilhete para estes concertos: nada mais, nada menos que 15 €.
Ora bem, para uma banda que acabava agora de lançar o 1º albúm e entrou num hype, justifica este balúrdio?
Posso dar o exemplo do Clubbing que assisti há duas semanas, que, com 3 bandas e 2 delas de renome, mais djs, ficou exactamente pelo mesmo preço. Podem também ver os preços praticados pela enorme amplificassom, que mesmo com a "PIDE" atrás (SPA), conseguem praticar preços bem inferiores com bandas muito boas.
Este é daqueles concertos que vai para a lista dos "indie quadrados" que não se importam de gastar esta quantia por uma banda ainda a começar. O Alive! deste ano também se insere neste grupo.
Viva à crise!

Heads Will Roll

quinta-feira, 16 de abril de 2009

Dia 20 de Junho...

... As meninas vêm a Guimarães :)

As Caixas Personalizadas

Um fenómeno recorrente nos supermercados, e em particular no Jumbo de V.N. de Famalicão, é o constante apetrechamento das caixas de supermercado, tendo em vista uma melhor funcionalidade.
Pois agora existem 4 caixas de supermercado personalizadas. Elas são: "Caixa expresso, máximo 15 unidades"; "caixa prioritária grávidas e deficientes"; "Caixa exclusiva cartão jumbo mais"; "Caixa ecológica", esta, a mais recente aquisição.
Analisando caso a caso:
- A caixa expresso, porque é muito chato quando vamos comprar apenas uma pasta de dentes e o da frente, que não nos quer deixar passar, foi fazer as compras para o 1º trimestre do ano;
- A caixa prioritária a grávidas, por razões óbvias, e devido à falta de civismo das pessoas, são necessárias;
-A caixa cartão jumbo é um atentado às nossas carteiras, que já não têm espaço para mais cartões. Também é um acto discriminatório;
-A caixa ecológica é, de todas, a mais imbecil. Pois se querem sensibilizar as pessoas a boas práticas ecológicas existem outras formas menos irracionais de o fazer - nesta caixa não temos direito a sacos de plástico.

Agora o que me pergunto é: Qual a próxima caixa a aparecer? Será a caixa para sócios do Benfica? Ou a caixa para quem conseguir arrotar o abecedário de seguida, sem interrupções?
Qualquer dia vou querer fazer compras e não posso, porque não me insiro em nenhum dos grupos. Ou então corto um braço fora, ou na pior das hipóteses adiro ao cartão jumbo.

Se o mundo fosse civilizado nada disto seria preciso.

Bela maneira de uma editora promover a sua nova compilação - Kitsuné Maison 7


quarta-feira, 15 de abril de 2009

Terra Bendita

Pearl S. Buck, com apenas 4 anos, deixa os E.U.A., partindo para a China com os seus pais, numa missão religiosa.
Aqui permaneceu e viveu para poder contar aos outros as suas vivências, os seus sentimentos, tudo o que lhe trouxe a sua nova terra.


Numa viagem no tempo, em The Good Earth (Terra Bendita), somos transportados, de corpo e alma, para a China da década de 40.
Ainda os efeitos devastadores da 2ª Guerra mundial estão bem presentes nas mentes de todo o povo chinês, é-nos então transmitida uma história real, da vida de uma família Chinesa.
Com uma realidade completamente diferente da do ocidente, vê-se como eram feitas as disputas de terras; os relacionamentos amorosos, sendo que neste campo chega mesmo a chocar o individuo comum; as constantes mudanças de casa, devido ao tempo que afectava as colheitas dos campos, dos quais eles eram economicamente dependentes; toda uma panóplia de situações que se encontram transcritas no livro.
É um livro histórico, sem nunca se perder na história.
Terra Bendita faz parte de uma trilogia, a qual eu espero ler, os restantes, em breve.

segunda-feira, 13 de abril de 2009

Márcia em concerto @ Velha-a-Branca, 10/04/2009

Márcia é a nova promessa singer-songwriter portuguesa. Dela pouco ou nada se sabe, a não ser o seu myspace. Aí, podemos encontrar algumas músicas que a cantora tem disponíveis para mostrar ao público. Nelas encontramos uma voz doce, com acordes simples de fundo, a cantar alguns poemas de uma rara beleza, ora em português, ora em inglês.

No concerto de Sexta, a artista demonstrou algumas fragilidades. Denota-se a sua falta de experiência de palco.
Em palco não houve grande aproximação com o publico, mostrando-se um bocado distante.
Com bastantes enganos nos acordes de guitarra, e com aborrecidos momentos de afinação da guitarra, a artista perdeu-se um pouco.
De entre as músicas que ela tocou, que estão no seu myspace, e de que eu mais gostei foram a "reino costa azul", com uns ares de bossanova e "a pela que há em mim", que, com apenas 2 acordes faz uma bonita melodia.

Márcia tem potencial e material de qualidade no seu myspace. Contudo, tem ainda coisas a melhorar e alguns caminhos por trilhar para conseguir um bom lugar ao sol no nosso país.

domingo, 12 de abril de 2009

Festival de Paredes de Coura

Faltam ainda 107 dias para começar o melhor festival de música alternativa português, mas decidi que ontem era o dia para comprar o bilhete. Cedo? Tendo em conta que há um desconto de 10€ em vigor até ao dia de hoje parece-me compensativo comprar. É um facto de que só divulgaram 4 nomes para o festival, mas não é só a música que me chama para este festival.

Pois bem, para mim que sou fã (já vou pela 4ª vez consecutiva ao festival), e para a vasta legião de fãs que este festival ostenta, pode-se quase que dizer que o cartaz é secundário. Pois nós, os verdadeiros aficionados, já possuímos todos as nossas "famílias festivaleiras", de pessoas que fomos conhecendo ao longo dos festivais. O cenário e o ambiente idílico da praia fluvial do Tabuão e toda a natureza em volta, fazem daquela semana uma verdadeira terapia para o ano todo. É o festival pelo qual começamos a suspirar mal acaba a edição em questão.

Nos últimos anos surgiu um novo festival, chamado Alive! o qual o ano passado teve, sem margem para dúvidas, o melhor cartaz. Eu não tive disponibilidade para ir, mas se pudesse e tivesse que optar, sem dúvidas que a minha escolha recairia sobre Paredes de Coura. Este ano, por sua vez, o Alive! está mergulhado em propostas indie e cromos repetidos, e um cartaz que, quase fechado, nem aos pés do do ano transacto chega.

Acima eu falei de que o cartaz era secundário, todavia, este é um festival de música e, por conseguinte, tem de apresentar um cartaz condizente.

O cartaz no foto é o famoso cartaz de 2005, aquele por que Paredes de Coura ainda luta até hoje por bater. O do ano passado esteve bem perto, mas faltou qualquer coisa, aquela banda surpresa. Tenho pena de não me ter iniciado neste festival em 2005.

É então altura para fazer um forcing junto da Ritmos, empresa organizadora do festival, que tem a tarefa hercúlea de erguer um festival deste calibre fora de uma grande cidade e que conseguiu pôr a pequena vila de Paredes de Coura no mapa, para nos conseguir surpreender e apresentar um cartaz por que todos esperamos.

Barulho da semana #32


Dr. Dog - Fate [2008]

Género: Pop/Rock
Origem: E.U.A.
Parecido com: The Beatles, The Beach Boys
Faixas em destaque: The Breeze, The Old Days, The Ark

myspace

crítica ao álbum

sábado, 11 de abril de 2009

Wild Thing!

Provavelmente, uma das melhores performances ao vivo de sempre:

sexta-feira, 10 de abril de 2009

Cygnus...Vismund Cygnus

A minha música preferida da melhor banda do mundo, na actualidade:







quinta-feira, 9 de abril de 2009

Sociedade Portuguesa de Autores (atxiiim)


A Sociedade Portuguesa de Autores (SPA) ,neste momento, não está a desempenhar a função que lhe é devida, defender os autores. Ao invés disso anda a proferir frases do género “roubar uma música é igual a roubar um carro”, acerca da questão dos downloads ilegais, quando os mesmos andam a cobrar comissões altíssimas para, por exemplo, os bares poderem passar música em locais públicos, sendo que no final nem pagam os devidos direitos aos autores.
E para combater esta hipocrisia, está a decorrer uma petição, a ser entregue em Assembleia da República, contra a actual situação em que se encontra a SPA.
Para uma notícia mais detalhada e comentada visitem o marsupilami.

terça-feira, 7 de abril de 2009

Grande Obras Públicas: Sim ou Não?

Foi esta a pergunta feita aos portugueses ontem, no programa Prós e Contras, da RTP.
Em primeiro lugar, a pergunta é de infeliz formulação. Não se trata de fazer ou não grandes obras públicas, porque as mesmas são necessárias, mas sim os moldes e o enquadramento sócio-económico em que elas são feitas, no nosso país.
Na mesa estavam uma série de obras que o governo se propõe a fazer, entre elas o TGV, o novo aeroporto de Lisboa e a terceira travessia sobre o Tejo. A estas se juntam ainda a construção de 10 novas barragens e mais alguns quilómetros de auto-estrada. Tudo isto somado dá uma quantia consideravelmente abusiva.
Tem sido política do actual governo o de fazer obras públicas a todo o custo, para a criação rápida de emprego, para assim melhor podermos ultrapassar esta crise e ao mesmo tempo aproveitarmos para crescer como país.
Contudo, nem tudo é um mar de rosas. Estas obras públicas requerem muito capital investido, coisa que neste momento, só no cofre do tio patinhas.


Assim sendo, o TGV é um projecto que tem tanto de ambicioso, como de arriscado. Para um país como Portugal, investir numa linha de alta velocidade como a de Lisboa-Porto, quando já existe uma linha de comboios rápida como a do alfa pendular, com o bilhete já bastante caro, é duvidoso, que, no futuro, um português comum queira pagar ainda mais pelo bilhete( que suponho não será assim tão pouco) por apenas uma hora a menos de viagem.
A linha que com certeza irá trazer retorno financeiro a curto prazo será certamente que ligará Vigo ao Porto, linha esta que já devia estar a avançar.
A titulo de curiosidade, a linha que ligará Lisboa a Badajoz, terá uma velocidade de 350 Km/h, ao nível da actual linha que liga Pequim-Xangai, que atinge a mesma velocidade. Os mesmos estão a melhorar a linha para atingir os 380 Km/h em 2012. Tudo isto tem os seus custos.
E com a crescente oferta das companhias de low-cost, com bastantes adeptos em Portugal, ainda se questiona mais a opção por esta linha.
Neste projecto, é de louvar a utilização de energia eléctrica, a qual somos, neste momento, grandes produtores.

Quanto ao orçamento para a construção de novas Auto-Estradas em Portugal, é totalmente descabido. Com a instabilidade do mercado financeiro e do respectivo preço do barril de petróleo, arriscamo-nos, com uma futura subida do preço do barril, a ter estas novas estradas vazias, com todo este investimento a ser pago pelos contribuintes. Já chegam de estradas em Portugal.
Um aspecto focado por Fernando Santo, bastonário da ordem dos engenheiros, foi o da reabilitação urbana, ao qual não houve nenhum comentário por parte dos convidados presentes.

A questão que deveria ter sido feita no início do programa era: "Deverá ser feita a realização de todas as as obras públicas previstas?" Questão à qual eu respondo que não.
Há vários estudos que indicam que todas as obras são viáveis economicamente, contudo, se não conseguirem atingir os elevados requisitos de rentabilização, a obra vai por água abaixo e podemos estar numa grave situação de hipoteca do país.
Porque, no final de contas, quem vai lucrar com isto são as grandes empresas, as quais ouvimos todos os dias nos noticiários, e não as PME à qual a atenção dada é praticamente nula.
Como disse, e bem o ex-ministro das finanças, Eduardo Catroga, é necessário estabelecer prioridades e repensar todos estes investimentos com muito cuidado.

segunda-feira, 6 de abril de 2009

Clubbing, Casa da Música, 4/04/2009

Neste Sábado, na Casa da Música do Porto, foi apresentada mais uma edição do Clubbing.
O primeiro convidado da noite foi o carismático Paulo Furtado com o seu alter ego - The Legendary Tigerman.
Para The Legendary Tigerman, 2009 pode ser o ano da sua explosão e devido reconhecimento. Está previsto para breve o lançamento de Femina, novo álbum, que irá incluir a participação de várias vozes femininas conhecidas de todos nós, como por exemplo Peaches e a nossa conterrânea Rita Redshoes.


Com a sala ainda a meio da sua lotação, o one-man band entrou em palco com a sua pose descontraída de que lhe é característico e estabeleceu-se no seu habitáculo - one-man band.
Ao concerto foi dado maior relevo a Masquerade, último álbum lançado, no qual estão incluídas "Honey, You're Too Much", "I Got My Night Off", entre outras.
Com um público muito entusiasmado, o concerto foi saindo fluído e bastante intenso, tendo-nos transportado para épocas áureas do blues, não envergonhando, de todo, os pais do mesmo.
Para o desvario final, e com a casa já cheia, o músico soltou a brilhante "She Said", incluída em Naked Blues, deixando assim a sala 2 da Casa da Música em polvorosa.


Num estilo completamente diferente do artista português vieram os Ingleses The Magic Numbers, com o seu pop-rock e espírito de Monterey.
Todos eles gordinhos , cabeludos e sorridentes, pisaram o palco com a atitude de quem vinha ali para fazer amigos.
O espectáculo teve altos e baixos. Com um inicio fulgurante ao som de "This is a Song", os mesmos prolongaram o ritmo alto com "Forever Lost" e "Take a Chance".
Depois deste trio de músicas, seguiu-se a parte má do concerto. Com alguns dos trunfos gastos logo no início, a parte que se seguiu foi extremamente enfadonha. Depois do indie rock inicial, atiraram-se desenfreadamente a baladas, demasiado in love, provocando algum sono, tendo sido quase que entediante.
Para um final catchy, apostaram em "Mornings Eleven" e um "momento The Byrds", com um country final, finalizando bem o seu concerto.
A não ser que apresentem um alinhamento diferente, esta é daquelas bandas que passam para a lista de: "são boas para ouvir na aparelhagem em casa/dispensáveis ao vivo".

domingo, 5 de abril de 2009

Barulho da semana #31


Yeah Yeah Yeahs - It's Blitz [2009]

Género: Pop/Rock
Origem: E.U.A.
Parecido com: Pj Harvey, Noisettes, Bloc Party
Faixas em destaque: Zero, Heads Will Roll, Dull Life, Hysteric

myspace

crítica ao álbum

 
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