domingo, 31 de janeiro de 2010

Barulho da Semana: Beach House "Teen Dream"

Beach House - Teen Dream [2010; Sub Pop]

myspace | vídeo | site

Género: Dream Pop/Shoegaze
Origem: EUA
Parecido com: Galaxie 500, Mazzy Star, Slowdive, The Radio Dept.
Faixas em destaque: Norway, Walk In The Park, Take Care


Ao 3º álbum de originais, os Beach House terminaram a sua procura por inspiração em bandas de shoegaze e dream pop dos anos 90, e atingiram a sua maturação. Com Teen Dream os Beach House encontraram a sua casa de praia de sonho, para se poderem estabelecer. Descolaram-se das suas referências, para tentarem serem eles a referência dream pop destes novos anos 10.
Com uma produção a cargo de Chris Coady, responsável por álbuns de bandas como Yeah Yeah Yeahs, TV on the Radio ou Grizzly Bear e editado através da Sub Pop, Teen Dream é o álbum mais bem imaginado e apoiado até à data. Pensado ainda em estrada, aquando da tournée bem sucedida do Devotion, nada neste álbum parece ter sido feita ao acaso. Não incorreram tanto no truque das guitarras slide, que já estava a ficar bastante gasto, e optaram por um disco mais completo, tanto a nível de letras como a nível de instrumentos. O minimal já era. 
Uma das tarefas mais complicadas neste álbum é o da escolha de um single. Pois todo ele é feito de singles, não havendo nenhuma que se evidencie especialmente. Comece-se com "Zebra", a introdução do álbum que indicia desde logo uma ligeira mudança de sonoridade, onde a alma da banda é sentida com mais força patente no refrão: "Any way you run, you run before us/ Black and white horse arching among us"; "Silver Soul" ganhou uma outra vida depois do lançamento do video, pois à memória aparecem sempre aquelas senhoras de dourados com os seu hula hoops; Rumo a "Norway", faz com que qualquer um, mesmo não gostando da dita cidade se esforce por gritar por ela; Em "Walk In The Park" aparece o solo de guitarra simples e perfeito, como que saído de um conto de fadas; "Used To Be" e "10 Mile Stereo" é a aposta dos Beach House na percussão e momentos shoegaze para mais tarde recordar; a fechar temos a compenetrante "Real Love" e a apaixonada "Take Care" onde a voz de Victoria Legrand é posta a nú, voz grave e ressoadora, encarnando uma mistura de Cat Power dos últimos tempos com Kate Bush de Hounds of Love.
Beach House fizeram em Teen Dream o seu álbum de sonho, e tudo será diferente daqui para a frente.

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Ópera das facas


The Knife, o duo Sueco muito conhecido por uma electrónica muito pouco convencional, estão para lançar no mercado digital a 2 de Fevereiro uma ópera baseada no famoso livro de Charles Darwin - "A origem das espécies". Em baixo segue o álbum que foi disponibilizado em streaming.


Para mais detalhes sobre esta obra, ver aqui.

Novas de Panda Bear (actualizado, ver em baixo)

Panda Bear já anda a espalhar o cheirinho do novo álbum que está para chegar este ano. Em baixo seguem duas novas músicas gravadas ao vivo e ainda sem titulo, que os lisboetas e outros mais aventureiros poderão ver dia 12 de Fevereiro no Lux. A segunda faixa parece trazer a imagem de um imperador a comandar o seu exército.


Segundo o blog gorilla vs. bear, está confirmado o novo álbum a ser editado possivelmente em Setembro pela Paw Tracks e terá o nome de TOMBOY.

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Pela primeira vez em Portugal e directamente para os Coliseus: Grizzly Bear!



O quarteto de Brooklyn que detém as melhores harmonias vocais dos últimos tempos vem a Portugal, para uma dupla apresentação do seu último e muito aclamado álbum - Veckatimest. Ver aqui a crítica ao álbum.

Coliseu de Lisboa, dia 26 de Maio
Cadeira de Orquestra: 40€
1ª Plateia: 35€
2ª Plateia: 32,5€
Balcão: 28€

Coliseu do Porto, dia 27 de Maio
Cadeira de Orquestra: 35€
Tribuna: 30€
1ª Plateia: 30€
2ª Plateia: 25€

Provavelmente, a melhor música deles:



A do anúncio também é boa, mas esta é do Yellow House, segundo álbum dos Grizzly Bear e que pouca gente deve conhecer.

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

É favor não arrastar o caixão do Úria

Esqueleto fantasma

Novo single dos nova-iorquinos Yeah Yeah Yeahs - "Skeletons". O vídeo foi dirigido pelo namorado de Karen O, Barney Clay.

              

Sundance com eles

Animal Collective, em parceria com o colaborador de longa data Danny Perez, produziram um trabalho denominado ODDSAC, um filme experimental e psicadélico com música a cargo dos próprios Animal Collective, ao que eles denominaram como sendo um álbum visual. O filme levou mais de dois anos a fazer e começa hoje a ser mostrado no festival de cinema de Sundance. Em baixo segue o trailer.


Ver aqui as reacções.

Caribou vai surpreender

Está marcado para 19 de Abril o lançamento do novo álbum de Caribou. O álbum intitular-se-á Swim e promete grandes mudanças: "Odessa", a faixa de abertura do álbum já é conhecida, e de dream-pop-psicadélico tem muito pouco ou nada. A electrónica está lá, mas desta feita para jogar uma vertente mais dançável e acessível ao ouvido. Numa recente entrevista dada à pitchfork, Dan Snaith está entusiasmado com a ideia do álbum ser mais dançável e de fazer musica como se de água tratasse, sem os apetrechamentos existentes na actual musica de dança. O álbum contará com a presença de um quarteto de free-jazz de Toronto.

Alinhamento:
01 "Odessa"
02 "Sun"
03 "Kaili"
04 "Found Out"
05 "Bowls"
06 "Leave House"

07 "Hannibal"

08 "Lalibela"
09 "Jamelia"


O single também pode ser tirado gratuitamente daqui.

Teen Dream aos círculos

"Silver Soul" é primeiro single retirado de Teen Dream. O vídeo foi dirigido pela própria vocalista - Victoria Legrand. Hula hoops e dourados com bom gosto:




O álbum estará à venda a partir de hoje e irá trazer um dvd contendo um clip de vídeo diferente para cada música.

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Está aberta a semana Beach House



Apresentação ao vivo do novo álbum dos Beach House: Teen Dream.

domingo, 24 de janeiro de 2010

Barulho da Semana: Vampire Weekend "Contra"

Vampire Weekend - Contra [2010; XL]

myspace | vídeo | site

Género: Pop/Afro-beat/Electronic
Origem: EUA
Parecido com: The Dirty Projectors, Paul Simon, Peter Gabriel
Faixas em destaque: White Sky, Cousins, Diplomat's Son


A altura de lançamento de um segundo álbum é sempre um momento muito esperado pelos críticos de musica. É a partir dele que se conseguirá avaliar o futuro da banda, e que se poderá dar azo à imaginação para um possível assassinato imediato, só porque o assado do meio dia estava sobre o queimado. Pois o prato desta refeição (leia-se capa do álbum), é, de facto, indigesto. A loira em pose misteriosa da capa é algo que não calha bem a esta tropa. Já no álbum de estreia homónimo optaram por um booklet à pré-pimária e  respectiva cover bastante inocente, com um morcego a voar e um candeeiro a fundo. Ainda não se percebeu o objectivo das façanhas.
Mas como não é o prato que faz a refeição, a carne que está dentro do prato é da boa. Ainda com o efeito do hype bem prolongado já desde 2008, souberam ser inteligentes ao ponto de mudar um pouco a sua sonoridade. Assim, em Contra deixam de lado a produção mais orquestral do 1º álbum e adoptam uma toada mais electronica. É possivel fazer algumas associações com o álbum anterior, podendo-se dizer que também existem neste álbum "A-Punk" ou "Mansard Roof" personificadas em "Cousins" e "Holiday", respectivamente. "Cousins" é o momento mais empolgante do álbum, com uma percussão viciante e desafiante, acompanhado dos "ai-ui" habituais de Ezra Koening. África continua a ser o pano de fundo para Vampire Weekend, e que tão bem sabem trabalhar, é da África alegre que aparece a faixa mais bem conseguida dos Vampire Weekend até à data - "White Sky". Pura magia aquela melodia, que roça a perfeição.
É um álbum muito coeso e alegre, e apesar de uma cantiga mais azeitola como "California English" a constância do álbum é mantida até à balada final "I Think UR a Contra". Para quem estava à espera de os trucidar, Contra foi um belo responso, e fez jus ao nome.

Clubbing Janeiro @ Casa da Música 23/01/2010

O clubbing de Janeiro apresentou um cartaz que possibilitaria o convivio de pessoas dos 7 aos 70. O mesmo foi verificado. Para o inicio da noite estava marcada na sala Suggia a projecção de uma adapatação não autorizada ao drácula original de Bram Stocker - Nosferatu - da autoria do alemão F. W. Murnau, com  banda sonora tocada ao vivo e igualmente adaptada, desta feita do compositor austríaco Wolfgang Mitterer. Este filme ficou célebre pela famosa imagem de Nosferatu a levantar-se do caixão.
Terminada a sessão de cinema era altura para subir a um novo patamar, e o destino seria a sala 2. Do trio de concertos propostos coube aos Makossa & Megablast abrir a sala. O palco estava cheio de gente, com uma dupla de djs, uma cantora e um percussionista, cedo puseram o publico da frente a  mexer a anca. Makossa & Megablast são o que se pode apelidar de versão audível dos Buraka Som Sistema. Na noite de ontem navegaram por africanadas habituais, mas também houve lugar a baile funk, num esforço por pegar numa moda que já se encontra meio enterrada. Um concerto morno e sem grande chama.
O grande motivo da ida ao Clubbing seria sem duvida a presença de Lindtrøm. Ainda com formato one-man band, ao qual já referiu em recentes entrevistas querer mudar essa situação, foi sem duvida o rei da noite. Num set que se poderá dividir em 3 partes, numa primeira parte deu lustre ao seu aclamado álbum Where You Go I Go Too, o space disco galopante, com cadências que fazem extasiar qualquer um.
Numa segunda parte dedicada à sua mais antiga discografia, em todos os momentos parecia querer arrastar as suas musicas o máximo possível pelo vale para um momento alto mais rapido e forte. Assim o fez, pese embora em algumas das situações parecer estar apenas concentrado nos seus momentos hedonistas e não ligar muito ao publico, que com as suas partes mais paradas parecia querer desesperar. Mas é mesmo assim: Lindtrøm é um estratega que não se limita a fazer o seu dj set  e vai acrescentado novas camadas às suas musicas, fazendo assim o sentido de valer a pena ver um concerto seu.
Para o final estava guardado o seu último álbum, Real Life is No Cool, que contou na sua produção com a colaboração de Christabelle, colaboração essa que provocou um frenesim na imprensa musical, que os apontam como os novos Moroder & Donna Summer, dupla que ficou conhecida na década de 70 através de clássicos como "I Feel Love" ou "Love To Love You Baby" . Foi em modo disco sound que se despediu e ao som de "Baby Can't Stop", num set muito inteligente e bem conseguido.
Em horas já avançadas chegou a vez de Spank Rock. Para amantes das sonoridades hip-hop não convencionais, Pharrells e companhia, conseguiram gerar alguma polvorosa numa vintena de pessoas. Miúdas do publico a dançar no palco, algumas coreografias não previamente encetadas, e rock nos interlúdios que provavelmente não deixou muitas saudades no publico presente.

Fotos: Daniel Mendonça (blitz)

sábado, 23 de janeiro de 2010

Vida nova para os Gang Gang Dance


Os nova iorquinos Gang Gang Dance acabam de assinar contrato com a 4AD, editora responsável por artistas de renome como Tindersticks, Atlas Sound ou Scott Walker. Será um passo enorme para o momento de uma possível afirmação no actual panorama musical que tarda em chegar.
Ver aqui um texto escrito sobre eles há uns tempos atrás.

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Não brinquem comigo

The XX na Casa da Música: 30€. E não é que vai esgotar num instante?

domingo, 17 de janeiro de 2010

Barulho da Semana: Ana Moura "Leva-me aos Fados"


Ana Moura - Leva-me aos Fados [2009; Universal]

myspace | vídeo

Género: Fado/Pop
Origem: Portugal
Parecido com: Mariza, Mafalda Arnauth, Cristina Branco
Faixas em destaque: Leva-me aos Fados, Como uma Nuvem no Céu, Por Minha Conta, Caso Arrumado, Rumo ao Sul


A carreira de Ana Moura remonta já a 2003, altura de lançamento do seu álbum de estreia Guarda-me a Vida na Mão. Contudo foi apenas em 2007, com o muito elogiado e galardoado Para Além da Saudade, que a sua carreira começou a ganhar mais destaque. Entretanto apareceram convites dos Rolling Stones para tocar no seu concerto em 2007 no estádio de Alvalade, e o próprio Prince já se fez saber fã confesso da fadista, mostrando interesse em colaborar musicalmente com a mesma. A vida corre bem a Ana Moura e parece que tão cedo não irá ser de outra maneira, pois Leva-me aos Fados assim o indica.
Os convidados são de luxo, e de entre muitos destacam-se: José Mário Branco, Gaiteiros de Lisboa, Manuela de Freitas e Amélia Muge. Uma equipa pensada ao pormenor, e que obtém um belo efeito no disco. Trocar "o mal pelo bem e o bem pelo mal" é o mote de Ana Moura para este seu último disco. Um fado que não é normal: a emoção está lá, mas o vestido não é o mesmo.O fado aqui ganha uma possível dimensão pop, e tenta chegar a um publico maior. Em "Rumo ao Sul" isso está evidente, canção pop quase sem espinhas, que poderia muito bem ter saído das mãos de uns Deolinda. Pode-se dizer que esta dicotomia pop/fado é muito bem conseguida, pois cada um respeita o seu espaço, obtendo-se uma boa harmonia.
Os momentos mais melancólicos também estão lá, "Leva-me aos Fados" ou "Por Minha Conta" são espelho disso, e que belo retrato, esse, que se desenha. Amália só pode estar satisfeita com o rumo que o actual fado leva.

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

Uma despedida inglória

Ainda no rescaldo da morte prematura de Jay Reatard, foi feito um video em sua homenagem, com alguns dos concertos que deu, que importa divulgar:


Perfeitinho, como deve ser:

 


O mais recente single extraído do último álbum dos franceses Air: Love 2.

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

O Rock hoje ficou mais fraco



Jay Reatard
(01/05/1980 - 13/01/2010)

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Até o Caetano Veloso deve gostar disto

 

Mas onde raio é que eles vão buscar os talentosos que fazem estes videos? É que acertam quase sempre! O de cima é trabalho de Jack Kubizne, seja lá quem ele seja.

domingo, 10 de janeiro de 2010

O poder do hype

The XX em Lisboa: 25€ (esgotou em menos de uma semana)
Yo La Tengo no Porto: 23€ (encontram-se ainda à venda, e já desde o final do ano passado)

E como diria o caríssimo Fernado Pessa: "E esta, hein?"
Os "netos" dos carismáticos Young Marble Giants - The XX - estão a provocar um reboliço tal que coisas como as que explicitei em cima estão a acontecer. Como é possível uma banda com apenas um álbum, que não é assim tão especial, consegue destronar uns Yo La Tengo que têm uma carreira irrepreensível e muito respeitados no mundo da música? É o chamado poder do hype, ninguém o pode combater. 

-------------------------------------------------------------------------------------------

Entretanto foram anunciados mais alguns bons concertos, com preço em conta, a saber: Mono no Auditório MAC Serralves, dia 10 de Março, a 15€ e Times New Viking + Crystal Antlers no Plano b, dia 20 de Abril, a 10€.

Barulho da Semana: The Drums "Summertime"


The Drums - Summertime [2009; Moshi Moshi]

myspace | vídeo | site

Género: Pop/Rock/Post-punk
Origem: EUA
Parecido com: Joy Division, The Beach Boys, The Smiths, Orange Juice
Faixas em destaque: Let's Go Surfing, Submarine


Estamos no ano de 1979: Os Joy Division brilham no seu álbum de estreia Unknown Pleasures; The Beach Boys acrescentam mais um álbum à sua longa e invejável discografia; Um individuo atento, de seu nome Jonathan Pierce, junta uns amigos em sua casa, e num breve brainstorming decidem criar uma música que tivesse um bocadinho dos dois. A alegria contagiante de umas belas tardes passadas na praia a assobiar e cantarolar com uns Beach Boys e as linhas de baixo densas e compenetrantes do pós punk dos Joy Division.
A história não é esta, mas os The Drums até que devem concordar com ela em alguns aspectos. The Drums são a mais recente coqueluche indie norte-americana. Praticam um chamado surf-rock, muito bem conservado por sinal, e que está a dar muito que falar. Apontados como uma das grandes promessas para o ano de 2010 por diversas publicações, foi no ano de 2009 que se deram a conhecer, no Ep Summertime. São apenas 6 músicas, mas que deixam desde já antever um futuro muito risonho, pelo menos a  curto prazo. São musicas relaxadas, cobertas de sensações positivas e que aquecem este inverno tão rigoroso. Impossível não acompanhar o assobio de "Let's Go Surfing", ou ficar a relembrar os bons velhos tempos da Factory em "Submarine".
Aconselho ainda o clique no vídeo, que contém a música "I Felt Stupid". Não faz parte deste Ep e é, de facto, maravilhosa.

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

Make Love Not War


We're playing those mind games together
Pushing the barriers, planting seeds
Playing the mind guerrilla
Chanting the mantra, peace on earth
We all been playing those mind games forever
Some kinda druid dudes lifting the veil
Doing the mind guerrilla
Some call it magic, the search for the grail


Love is the answer and you know that for sure
Love is a flower, you got to let it, you got to let it grow

So keep on playing those mind games together
Doing the ritual dance in the sun
Millions of mind guerrillas
Putting their soul power to the karmic wheel
Keep on playing those mind games forever
Raising the spirit of peace and love

John Lennon - Mind Games

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

Esta é que vem mesmo a calhar!


The Field, que figurou no top cá da casa dos melhores álbuns de 2009, vem ao Plano B dia 15 de Janeiro. E diz que é em formato banda. Mais pormenores aqui.

Estratégias para convencer a compra de materiais de construção

Proposta ganhadora:


Pérolas encontradas aqui.

domingo, 3 de janeiro de 2010

Barulho da Semana: Parov Stelar "Coco"


Parov Stelar - Coco [2009; Etage Noir]

myspace

Género: Nu-Jazz/Downtempo/Electronic
Origem: Áustria
Parecido com: Bonobo, Koop
Faixas em destaque: Coco, Hurt, Distance, Wake Up Sister, Libella Swing


Coco de Parov Stelar é a continuação da electrónica-com-classe que Parov Stelar vem impondo nos seus discos. Musica perfeita para ser ouvida num bar no inicio da noite, com um copo de whisky ao lado.
Mas neste álbum o desafio proposto foi bem maior, e não obstante de o ultimo álbum ter saído ainda no ano passado, para este ano propôs um álbum duplo. Um primeiro disco mais ao estilo Parov Stelar, com toda a carga melancólica e dissidente e um segundo disco com mais batida e dançável, incluindo alguns dos singles que tem vindo a lançar nos últimos anos, fazendo deste o seu primeiro álbum para a noite toda. Este álbum é também feito de bastantes colaborações, na qual se destaca a voz melancólica de Lilja Bloom - que já havia participado no álbum Shine - muito evidente no tema titulo, e que encaixa perfeitamente no estilo.
Os elementos que conhecemos dos discos dele estão todos lá: Batidas partidas em cadência ("Coco"), piano pulsante ("Distance"), saxofone e uma batida viciante ("Wake up Sister") , mas também aparecem elementos de hip-hop ("Sunny Sunny Blues") e pop de sintetizadores ("You and Me").
É um Parov Stelar não muito exuberante, mas com aquele toque de classe que já nos vem habituando.

sábado, 2 de janeiro de 2010

"Olha, já vi a Beyoncé nua."

É um comentário que pode muito bem acontecer, caso a mesma aceite ser revista na nova maquina de raio-x. Esta nova máquina de raio-x a ser instalado nos aeroportos mostra os passageiros nus, detectando todo o tipo de objectos dentro das roupas, escusando os passageiros de passarem por aquele processo moroso de apalpanço tão incomodo. É importante referir que as imagens no final da vistoria são destruídas, não fossem as mesma circular depois na internet.


 
Barulho Esquisito © 2008. Powered by Blogger.